terça-feira, 23 de agosto de 2011

Resumo BABOK 2.0 Gerencia de Negócios


1.A análise de negócios 

"A Análise de Negócios é o conjunto de atividades e técnicas utilizadas para servir como ligação entre partes interessadas no intuído de compreender a estrutura, políticas e operações de uma organização e para recomendar soluções que permitam que a organização alcance suas metas." (BABOK 2.0)

A execução da Análise de Negócios foca na compreensão de como a organização funciona e alcança os seus propósitos e na definição de quais capacidades devem ser possuídas para que ela possa prover produtos e serviços que atendam aos seus clientes.
Este trabalho envolve o apoio à definição e compreensão das metas organizacionais, a compreensão de como essas metas são ligadas aos objetivos específicos, a determinação dos cursos de ação necessários para alcançar as metas e objetivos e por fim, a definição de como as diversas unidades organizacionais e partes interessadas dentro e fora daquela organização interagem.
Os esforços de Análise de Negócios podem ser empregados com o objetivo de compreender a situação atual de uma organização (corporação, unidade de negócio ou até mesmo departamento), conhecida como “AS IS” (como é), uma base para a posterior identificação da necessidade do negócio e da solução, que formará a visão “TO BE” (a ser).
Todavia a principal aplicação da Análise de Negócios é a definição e validação de soluções que atendam as necessidades do negócio, seus objetivos e metas.


 1.1.Histórico recente da análise de negócios

A Análise de Negócios, como outras importantes disciplinas organizacionais, como o gerenciamento de projetos, surgiu da prática cada vez mais comum das suas atividades e técnicas de forma consistente, agrupada e por determinados membros das organizações que passaram a se reconhecer como praticantes.
Um grupo de praticantes, auto denominados analistas de negócios criou em outubro de 2003 em Toronto, Canadá, o IIBA – International Institute of Business Analysis, o Instituto Internacional de Análise de Negócios. O IIBA destina-se a apoiar a emergente comunidade de Análise de Negócios através de iniciativas como a criação e desenvolvimento da consciência e reconhecimento do valor e da contribuição do Analista de Negócios, a definição do Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios (BABOK) e o reconhecimento público através de um programa de certificação com reconhecimento internacional.
O comitê responsável pela definição do Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios (Business Analysis Body of Knowledge), conhecido como Guia BABOK, foi formado em 2004 e definiu e esboçou o padrão global para a prática da Análise de Negócios que teve a sua primeira versão lançada em 2005, encontrando-se agora na segunda versão, lançada em 2009.
O Guia BABOK descreve as práticas geralmente aceitas no campo da Análise de Negócios, o seu conteúdo, também baseado em extensa revisão bibliográfica, passou por revisões feitas por praticantes, pesquisas junto à comunidade de Análise de Negócios e consultas feitas a renomados especialistas. As tarefas e técnicas descritas são utilizadas pela maioria dos praticantes de Análise de Negócios e podem ser aplicadas na maioria dos contextos onde ela é executada, na maior parte das vezes. Como qualquer outro conjunto de práticas, o conteúdo do Guia BABOK deve ser adaptado para condições específicas e não ser interpretado como uma imposição a respeito de como devem ser desempenhadas as atividades.
Institucionalmente, o IIBA vem recebendo reconhecimento crescente da comunidade e tem seus esforços potencializados pelos atuais 125 capítulos espalhados pelo mundo.
O Brasil possui atualmente um capítulo estruturado, o Capítulo São Paulo e mais dois capítulos em implantação, no Rio de Janeiro e em Brasília.

 1.2.Quem é o analista de negócios?

Os esforços do IIBA visam o reconhecimento do analista de negócios como um profissional de responsabilidades bem definidas, mas isso não quer dizer que para ser considerado membro da comunidade de praticantes seja necessário ter “Analista de Negócios” no seu cartão profissional, basta apenas, executar as atividades presentes no seu escopo.
Consultores, arquitetos do negócio, analistas de processos, gerentes de produtos, analistas de sistemas, product owners são exemplos de profissionais que executam tarefas do escopo da Análise de Negócios. Isso também ocorre com aqueles que desempenham disciplinas relacionadas com o Gerenciamento de Projetos, gestão da qualidade, desenvolvimento de software, e design de interação.

 1.3.principais Conceitos

1.3.1.Domínios


Na Análise de Negócios, um domínio corresponde à área específica da análise sendo realizada. Esta área pode corresponder a uma organização inteira, uma unidade organizacional, clientes, fornecedores ou mesmo a interação entre a organização e esses públicos.

 

1.3.2.Soluções


Para que a organização atenda uma necessidade do negócio, se beneficie de uma oportunidade ou resolva um problema é necessário um conjunto de mudanças em relação à sua situação atual. Este conjunto de mudanças é chamado de solução.
O escopo de uma solução tende a ser mais restrito do que o escopo do domínio no qual ela é implementada (uma mudança nas práticas comerciais de uma organização é mais restrita do que a sua área comercial em si).
O escopo da solução serve de base para a definição do escopo da iniciativa ou projeto destinado a implantá-la.
Cada solução é formada por diferentes componentes de soluções. Cada componente é um método de criação de uma capacidade requerida para que a solução tenha efeito.
Alguns exemplos de componentes de solução são processos de negócio remodelados, estrutura organizacional revisada, regras de negócio, terceirização, aplicações de software / sistemas de informação, redefinição de cargos, políticas comerciais e desenvolvimento de web sites.
No que tange às soluções, cabe à Análise de Negócios o auxílio para que a organização defina a solução ideal para as suas demandas. A solução ideal não consiste naquela que promete os melhores resultados, mas sim, daquela que além de atender as demandas, leva em conta todas as limitações (tempo, orçamento, regulamentos entre outros) sob as quais a organização opera.

 

1.3.3.Partes interessadas


Uma parte interessada é uma classe de pessoas afetadas pela iniciativa de forma direta ou indireta. As partes interessadas representam pessoas com as quais o analista de negócios irá provavelmente interagir de alguma maneira.
Classes comuns de partes interessadas envolvem o próprio analista de negócios, os clientes, o especialista no domínio do negócio, o usuário final da solução, o especialista na implementação da solução, o desenvolvedor ou engenheiro de software, profissionais de gerenciamento da mudança organizacional, arquitetos de sistemas, instrutores, profissionais de usabilidade, gerentes de projetos, testadores, agências reguladoras, o patrocinador da iniciativa e fornecedores.

 

1.3.4.Requisitos


Um requisito é:

1. Uma condição ou capacidade necessária para uma parte interessada para resolver um problema ou atingir um objetivo.
2. Uma condição ou capacidade que deve ser alcançada ou possuída por uma solução ou componente de solução para satisfazer um contrato, padrão, especificação ou outros documentos formalmente impostos.
3. Uma representação documentada de uma condição ou capacidade como em (1) ou (2)” (IIBA, 2009, p.4)

Para efeitos de estudo da Análise de Negócios, o termo “requisito” é utilizado no seu sentido mais amplo, ou seja, “Requisitos incluem, mas não estão limitados a, condições ou capacidades futuras ou passadas em um empreendimento e descrições de estruturas organizacionais, papéis, processos, políticas, regras e sistemas de informações. Um requisito pode descrever o estado presente ou futuro de qualquer aspecto do empreendimento.” (IIBA, 2009, p. 5)
O sentido amplo adotado para o termo requisito implica a existência de requisitos de diferentes níveis, saídos de diferentes pontos de vista e níveis organizacionais.
No primeiro nível estão os requisitos do negócio que consistem em metas de nível mais alto, objetivos ou necessidades da organização. Esses requisitos descrevem a razão de ser da iniciativa em análise (ou em curso), seus objetivos e as métricas que serão utilizadas para medir o seu sucesso. Os requisitos do negócio alinham a iniciativa à estratégia corporativa e não às necessidades específicas de partes interessadas dentro dela. Os requisitos do negócio são desenvolvidos dentro da área de conhecimento Análise Corporativa.
No segundo nível estão os requisitos das partes interessadas que consistem nas necessidades específicas de todas as partes que possuem interesses em relação à iniciativa. Os requisitos das partes interessadas criam um vínculo entre os requisitos do negócio e os requisitos da solução. Os requisitos das partes interessadas são definidos na área de conhecimento Análise de Requisitos.
Os requisitos da solução por sua vez indicam quais são as características que ela deve possuir para atender aos requisitos do negócio e os requisitos das partes interessadas. Os requisitos da solução desenvolvidos ao longo do desempenho da área de conhecimento Análise de Requisitos e podem ser divididos em dois grupos, especialmente, mas não limitado a uma solução de software. O primeiro grupo se refere aos requisitos funcionais, que descrevem o funcionamento da solução, seu comportamento e as informações que ela irá gerenciar. O segundo grupo contém os requisitos não funcionais, conhecidos como requisitos de qualidade ou suplementares, como eficiência, velocidade, disponibilidade, aparência e as condições do ambiente sob as quais a solução irá operar.
Por fim, existem os requisitos de transição, um conjunto de requisitos temporários, importantes para a implantação da solução, mas necessários somente para que ela seja possível. Esses requisitos não podem ser desenvolvidos até que a solução atual e a nova solução sejam compreendidas e definidas. Geralmente esses requisitos envolvem tarefas como conversão de informações (dados de um sistema antigo para um sistema novo), treinamentos para que a nova solução possa ser operada e capacidades como redundâncias e trabalhos paralelos (processo novo e antigo sendo desempenhados em paralelo, por exemplo).

 1.4.Áreas de conhecimento

As áreas de conhecimento da Análise de Negócios agrupam tarefas e técnicas com um objetivo em comum, contudo, elas não indicam uma ordem de execução, como fases em um projeto. Por exemplo, é comum iniciar um esforço de Análise de Negócios pela tarefa “Definir a Necessidade do Negócio”, pertencente à área de conhecimento Análise Corporativa, ou “Avaliar o Desempenho da Solução”, da área de conhecimento Definição e Validação da Solução.
Dentro das iniciativas de Análise de Negócios, o analista costuma percorrer todas as áreas de conhecimento em uma sucessão rápida, de forma iterativa ou até simultânea. Isso ocorre porque as tarefas podem ser executadas em qualquer ordem uma vez que as entradas necessárias estejam disponíveis.
Apesar das áreas de conhecimento não representarem obrigatoriamente, como dito, fases de um projeto. É certamente possível e permissível partir das atividades de Análise Corporativa para as atividades de Análise de Requisitos e então para a Definição e Validação da Solução tratando cada uma como uma fase distinta de um projeto, contudo, essa seqüência não deve ser imposta como uma metodologia para a execução da Análise de Negócios.

 

1.4.1.Planejamento e Monitoramento da Análise de Negócios


As tarefas presentes nesta área de conhecimento governam a execução das demais tarefas da Análise de Negócios. Elas cobrem como são determinadas quais atividades serão necessárias para que o esforço de Análise de Negócios seja completo com sucesso. Isso envolve a identificação das partes interessadas, o processo utilizado para o gerenciamento dos requisitos, as técnicas a serem utilizadas e como o sucesso do esforço será avaliado. As principais tarefas desta área de conhecimento são:
  • Identificação das partes interessadas;
  • Definição dos papéis e responsabilidades das partes interessadas dentro do esforço de análise de negócios;
  • Desenvolvimento de estimativas para as tarefas de análise de negócios;
  • Planejamento da forma de comunicação entre o analista de negócios e as partes interessadas;
  • Planejamento de como os requisitos serão abordados, traçados e priorizados;
  • Determinação dos entregáveis que a análise de negócios irá produzir;
  • Definição e determinação dos processos de análise de negócios;
  • Determinação das métricas que serão utilizadas para monitorar o trabalho de análise de negócios;

 

1.4.2.Elicitação


E elicitação (em inglês, “Elicitation”) descreve o trabalho dos analistas de negócios no intuito de compreender as necessidades e preocupações das partes interessadas e os ambientes no qual elas trabalham ou operam.
A grande diferença entre o termo “elicitar” requisitos e o termo mais comum “levantar” é o foco na extração das necessidades verdadeiras, que costumam muitas vezes estar explícitas, não se satisfazendo com a simples expressões de desejos superficiais.
A elicitação dos requisitos não costuma ocorrer de forma isolada ou em compartimentos. Requisitos costumam aparecer de forma cíclica durante sessões tanto de levantamento quando de validação.
A elicitação costuma envolver uma combinação de técnicas para que a definição dos requisitos seja executada de forma completa. A definição de quais técnicas serão utilizadas depende de diferentes fatores, como o domínio do negócio, a cultura e o ambiente do negócio, as habilidades do analista e quais tipos de entregáveis de requisitos devem ser criados. As técnicas de elicitação geralmente aceitas são: brainstorming, análise documental, grupos focais, análise de interfaces, entrevistas, observação, prototipagem, workshops de requisitos e pesquisa/questionários.
As tarefas da elicitação envolvem a preparação, condução, documentação e confirmação dos resultados da elicitação.

 

1.4.3.Gerenciamento e Comunicação dos requisitos


Conflitos, incidentes e mudanças são inerentes ao processo de definição dos requisitos. O analista de negócios deve saber gerenciar essas situações para garantir que as partes interessadas e a equipe da iniciativa ou projeto permaneçam em acordo a respeito do escopo da solução. Esta área de conhecimento também abrange a definição de como os requisitos são comunicados às partes interessadas e como o conhecimento obtido pelo analista de negócios é mantido para utilização futura.
O objetivo do gerenciamento e comunicação dos requisitos é estender a todos a compreensão dos efeitos das mudanças trazidas pela solução e as ligações entre a solução e os objetivos e metas do negócio.
A comunicação é fator ao mesmo tempo crítico e difícil para o sucesso de qualquer iniciativa, uma vez que as partes interessadas representam pessoas de diversas origens e áreas profissionais.
As tarefas desta área de conhecimento são:
  • Gerenciar o escopo e os requisitos da solução: manutenção do consenso entre as partes interessadas quanto ao escopo genérico da solução e os requisitos que serão implementados;
  • Gerenciar a rastreabilidade dos requisitos: Criação e manutenção dos vínculos entre os requisitos do negócio, das partes interessadas, da solução, os componentes da solução e outros artefatos, garantindo o alinhamento.
  • Manter requisitos para reuso: Gerenciamento do conhecimento sobre os requisitos para uso futuro.
  • Preparar o pacote de requisitos: Estruturação de um conjunto de requisitos de forma apropriada para que sejam comunicados, entendidos pelas partes interessadas.
  • Comunicar requisitos: Conversas, anotações, documentos, apresentações e discussões fazem parte desta questão fundamental para levar as partes interessadas a uma compreensão comum dos requisitos.

 

1.4.4.Análise corporativa


Freqüentemente a análise corporativa é o ponto de partida para uma iniciativa, já que suas atividades envolvem a identificação da necessidade do negócio (razão de ser fundamental da iniciativa em análise), problema ou oportunidade, define a natureza de uma solução que atenda a essa necessidade e trabalha para justificar o investimento necessário para a entrega dessa solução.
Os resultados deste trabalho provêm contextualização para a Análise de Requisitos e identificação da solução para uma data iniciativa ou planejamento de longo prazo, pois descreve as atividades de Análise de Negócios que são empregadas para:
  • Compreender completamente os problemas e oportunidades do negócio através da análise da situação do negócio;
  • Compreender a mudança necessária para atender às necessidades do negócio e atingir as metas estratégias através da avaliação das capacidades da organização;
  • Desenvolvimento do plano de negócios e da solução proposta a partir da definição do escopo da solução;
  • Definir e documentar os requisitos do negócio (incluindo a necessidade do negócio, capacidades requeridas, escopo da solução e plano de negócios).
As tarefas da Análise Corporativa são:
  • Definir a necessidade do negócio: Identificar porque uma mudança nas capacidades ou sistemas organizacionais é necessária (a razão de ser da iniciativa). Trata-se da definição do problema para o qual o analista está tentando encontrar a solução. A definição da necessidade do negócio orienta quais soluções serão consideradas, quais partes interessadas serão consultadas e quais abordagens de solução serão aceitas;
  • Avaliar lapsos de capacidade: Identificação de quais são as capacidades necessárias para a organização atender à necessidade do negócio. Essas capacidades (estrutura, pessoas, processos e tecnologia) podem já ser possuídas pela organização, o que faz a mudança tender a ser pequenas, ou não, o que tende a envolver iniciativas mais complexas;
  • Determinar a abordagem da solução: A abordagem da solução deve ser selecionada com base na sua viabilidade para o atendimento da necessidade do negócio. Ela deve ser definida em um nível de detalhe suficiente para a definição do escopo da solução e conseqüente preparação do plano de negócios;
  • Definir o escopo da solução: Definição de quais são as novas capacidades que a iniciativa (ou parte de uma iniciativa) deverá entregar;
  • Definir o plano de negócios: Determinação de se o investimento necessário para a entrega da solução é justificado. Esta justificativa se baseia no valor a ser adicionado ao negócio como resultado da solução implantada em comparação com o custo de desenvolvimento desta solução;

 

1.4.5.Análise de requisitos


Análise de Requisitos descreve a priorização e elaboração progressiva dos requisitos das partes interessadas e da solução para permitir que a equipe da iniciativa ou projeto implemente a solução que deverá atender à necessidade do negócio.
Esta área de conhecimento também envolve a elaboração de modelos do estado atual da organização utilizados para a validação do escopo da solução.
As tarefas da Análise de Requisitos são:
  • Priorizar requisitos: A priorização garante que os esforços são aplicados primeiro sobre os requisitos mais críticos;
  • Organizar requisitos: Criação de um conjunto de visões dos requisitos que sejam compreensíveis, completas e consistentes para as partes interessadas em suas diferentes perspectivas;
  • Especificar e modelar requisitos: Utilizar um conjunto de declarações em texto, matrizes, diagramas e modelos formais para analisar os desejos expressados pelas partes interessadas e/ou o estado atual da organização;
  • Definir pressupostos e restrições: Identificação de fatores além dos requisitos que afetam a viabilidade das soluções;
  • Verificar requisitos: Garantia de que as especificações e modelos atendem ao padrão necessário de qualidade para que possam ser utilizados;
  • Validar requisitos: Garantia de que todos os requisitos apóiam a entrega de valor para o negócio, que eles atendam às suas metas e objetivos e às necessidades das partes interessadas;

 

1.4.6.Definição e validação da solução


Definição e Validação da Solução se destina a determinação de qual solução se encaixa melhor à necessidade do negócio, a identificação de lapsos de capacidades ou falhas em soluções e a determinação de contornos ou mudanças necessárias.
O analista de negócios deve também avaliar o quão bem uma solução entregue atende à necessidade original para qual foi desenvolvida, permitindo que a organização julgue o seu desempenho e eficácia. Isso envolve a avaliação e validação de componentes de soluções como processos de negócio, estruturas organizacionais, acordos de terceirização, aplicações de software entre outros. Por conhecer o ambiente do negócio, o analista de negócios pode avaliar os impactos de cada solução proposta sobre o ambiente.
Estas atividades possuem como objetivo principal a maximização do valor entregue para as partes interessadas.
As tarefas da Definição e Validação da Solução são:
  • Avaliar solução proposta: Avaliação das soluções propostas para a determinação do quão bem elas atendem aos requisitos das partes interessadas e da solução;
  • Alocar requisitos: Alocar os requisitos aos componentes da solução com o objetivo de maximizar o valor entregue ao negócio dadas as opções e alternativas disponíveis;
  • Avaliar a prontidão organizacional: Avaliar se a organização está preparada para o uso efetivo de uma nova solução a partir da compreensão dos seus efeitos;
  • Definir requisitos de transição: Definição das capacidades necessárias para a transição entre a solução existente e a nova solução;
  • Validar a solução: Validar que a solução atende à necessidade do negócio e respostas apropriadas para eventuais defeitos identificados;
  • Avaliar desempenho da solução: Avaliação de soluções em funcionamento para a compreensão do valor que elas entregam em busca de oportunidades de melhoria;

 

1.4.7.Competências de apoio


Comportamentos, conhecimentos e outras características que apóiam o desempenho efetivo da Análise de Negócios são abordados nesta área de conhecimento.
As competências de apoio são:
  • Pensamento analítico e solução de problemas: Pensamento criativo, tomada de decisão, aprendizado, resolução de problemas e pensamento sistêmico;
  • Características de comportamento: Ética, organização pessoal e confiabilidade;
  • Conhecimento de negócios: Princípios e práticas de negócios, conhecimento da indústria, conhecimento da organização, conhecimento da solução;
  • Habilidades de comunicação: Comunicações verbais, ensino, comunicações escritas;
  • Habilidades de interação: Facilitação e negociação, liderança e influência, trabalho em equipe;
  • Aplicações de software: Aplicações de propósito geral, aplicações especializadas.

  

 Fonte: Resumo BABOK 2.0 (www.kerber.com.br)

Os sete erros das finanças


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De cada dez e-mails que chegam para a seção Divã do Empreendedor, nove são de empresários que estão passando por problemas financeiros e não sabem como resolver. Saldo no vermelho, dívidas com bancos, impostos atrasados, falta de capital de giro, dificuldade em conseguir dinheiro para expandir a empresa: são muitas as dúvidas que assaltam os empreendedores afogados em números. Analisando as cartas, fica fácil perceber que muitos deles chegaram nesse ponto por causa de erros comuns, que poderiam ser evitados com algumas noções básicas de gestão e um pouco de bom senso.
Confira aqui os sete erros mais frequentes cometidos na área de finanças, segundo Brian Hamilton, fundador da consultoria Sageworks e colunista da Inc.
1. Contar vitória antes do tempo. Existem empreendedores que, depois de assinar alguns contratos, agem como se o dinheiro já estivesse na conta. Otimistas, contratam funcionários, compram equipamento, investem em melhorias. Basta um cliente voltar atrás para que as finanças virem um desastre.
2. Pedir dinheiro emprestado sem necessidade. Sempre que possível, utilize seus próprios recursos para crescer. Saber quais linhas de crédito estão à sua disposição é sempre uma boa pedida. Usar esse crédito sem necessidade é uma temeridade. Empréstimos são um motivo a mais de preocupação – especialmente quando a empresa não tem condições de pagá-los.
3. Atrasar o pagamento de impostos. Muitos empresários cometem esse erro, acreditando que será mais fácil saldar a dívida mais tarde. Acredite:  juros e multas fazem com que o pagamento se torne ainda mais complicado.
4. Colocar preços baixos nas mercadorias. Baixar os preços para lucrar mais é uma estratégia que só funciona para as grandes redes varejistas. Se você não se enquadra nesse padrão, melhor vender menos produtos a preços mais altos. Dessa maneira, a empresa têm a sua margem de lucro protegida, além de valorizar a marca.
5. Permitir compras à prazo. Quando um empresário concede crédito ao cliente, ele está criando um risco desnecessário. Se for possível, venda apenas à vista. Nem todos especialistas concordam nesse ponto, mas a verdade é que muitos empreendedores fracassam porque não conseguem manter um fluxo de caixa saudável – em boa parte, por causa das vendas à prazo.
6. Colocar todos os ovos em uma cesta só. Nunca dependa de uma única fonte de receita. Ter um cliente só, que paga todas as contas, parece cômodo – até que o cliente desaparece, levando junto todo o lucro da empresa. Diversificar para sobreviver: este deveria ser o tema de todas as startups que sonham em crescer.
7. Contratar pessoas sem critério. Nos primeiros anos, reduzir custos com pessoal é fundamental. Verifique se seus funcionários colaboram para as vendas, criam produtos ou prestam algum tipo de serviço. Se algum deles não faz nada disso, há algo errado com a empresa.
Fonte : http://www.papodeempreendedor.com.br/oportunidades/os-sete-erros-das-financas/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Controle as contas a pagar e as contas a receber: Organizze

Não é preciso fazer nenhum curso de contabilidade para tomar as rédeas das contas a pagarcontas a receber. Um serviço criado aqui no Brasil pode facilitar bastante a sua ao permitir que você mesmo gerencie os pagamentos e futuras contas, sem depender de complicadas planilhas de Excel. Conheça o Organizze, um site gratuito para manter suas finanças em dia.
Alguns especialistas em finanças pessoais são certeiros ao dizer que o primeiro passo para não entrar no vermelho é manter as contas em dia. E a melhor maneira de fazer isso é criando disciplina na hora de gastar e de receber dinheiro. Para visualizar melhor os recursos financeiros, tem quem adote complicadas planilhas para esse tipo de tarefa.
Veja se o serviço abaixo não lhe parece mais simples para gerenciar as suas contas.
Tela inicial do Organizze, com resumo de despesas e receitas | Clique para ampliar
Organizze foi criado pelo Tiago Vicente e pelo Felipe Felipe da Luz por uma necessidade pessoal. Esses dois rapazes lançaram o serviço de novembro de 2009. Meses depois, já são quase 30 mil usuários cadastros, com direito a 200 novos cadastros por dia. Todos os dados que trafegam pelo serviço são criptografados com SSL (repare que o endereço sempre é iniciado por https://), um alívio a mais para quem tem receio em fazer seu controle financeiro via internet.

Adicionar despesas e receitas

A tela inicial do Organizze é perfeita para quem quer ter uma visão rápida de como está a sua situação financeira. O serviço apresenta todas as contas que devem ser pagasfuturamente, bem como as receitas que serão contabilizadas. Ainda há o saldo atual, que considera toda a movimentação financeira do mês para dizer se o usuário está no vermelho ou não.
Adição rápida de despesa ou de receita
Além de saber o total de receitas e despesas referentes ao mês corrente, o demonstrativo apresenta o valor relacionado ao mês anterior. Para completar, uma ferramenta rápida permite adicionar despesas ou receitas com facilidades. Basta informar qual é o tipo de movimentação, a descrição da mesma e o valor, além da data da movimentação.
As categorias são excelentes para saber no que o usuário está empregando seus recursos. As categorias padronizadas incluem alimentação, transporte e lazer, entre outras, mas cada usuário pode criar suas próprias categorias.
Não bastasse essa adição prática de despesa ou receita, o Organizze oferece opções avançadas, como marcar que a despesa a ser adicionada é fixa, se estamos falando de um pagamento parcelado e se é preciso lembrar daquela movimentação por e-mail.
Um dos principais aspectos do Organizze é a praticidade. Até quem não entende absolutamente nada de contabilidade tem como gerenciar seu dinheiro, a fim de manter um controle financeiro razoável. Lembrando-se de lançar as despesas e receitas com frequência, a conta bancária estará sempre com o mesmo valor que o Organizze apresenta em seu resumo (não vá esquecer de incluir as taxas bancárias no serviço).

Resumo de movimentações

Movimentações financeiras no mês corrente | Clique para ampliar
A área de Movimentações do Organizze mostra todas as contas a pagar e a receber (ou já pagas e já recebidas) no mês corrente. O serviço oferece a listagem completa, com direito a descrição, categoria e valor. O usuário tem controle total sobre suas finanças, podendo editar praticamente qualquer informação sobre os lançamentos.
A título de exemplo: se você informou a data errada para uma compra, poderá corrigir essa informação a partir das Movimentações.
Os desenvolvedores do Organizze ainda oferecem um filtro – bastante simples, é verdade – que mostra apenas as receitas ou despesas, ou então somente os lançamentos de uma categoria, ou ainda uma combinação desses dois critérios. Com isso, o usuário tem como verificar apenas despesas relacionadas a alimentação, por exemplo.

Relatório de gastos

Organizze apresenta gráfico com receitas e despesas divididas por categoria | Clique para ampliar
Informar sempre quais foram os gastos é muito importante, mas apenas o começo para ter um verdadeiro controle financeiro. A área de Relatórios complementa esse controle, pois oferece uma série de gráficos referentes às movimentações financeiras do usuário. Ou seja, o Organizze apresenta graficamente se o usuário está gastando além do que deveria ou se consegue poupar determinado valor no fim do mês.
Os gráficos presentes no Organizze dizem respeito ao comparativo de despesas e receitas, ideal para saber se o gasto está acima do permitido. Outra forma de visualizar tais informações é por meio das categorias previamente cadastradas, de modo a ter noção do quanto de capital é empregado em cada categoria financeira.
Ao selecionar uma categoria, o Organizze ainda informa quais foram os lançamentos relacionados a ela. Por exemplo, se o gasto com a casa está abaixo do usual, o usuário pode visualizar todos os gastos dessa categoria, a fim de verificar se não esqueceu de pagar uma conta.

Versão mobile para smartphone

Interface mobile do Organizze no iPhone (imagem: divulgação/Organizze)
Nem sempre nós estamos na frente do computador, prontos para adicionar novas movimentações. Para esses casos, o pessoal do Organizze desenvolveu a versão móvel do site, que funciona muito bem com os principais sistemas (iOS e Android) e navegadores.

Mais recursos no serviço pago

A versão gratuita do Organizze tem todas as ferramentas para um controle financeiro eficiente, mas elas podem não ser suficientes para algumas pessoas. Quem quiser uma forma de gerenciar mais de uma conta bancária, por exemplo, tem acesso a esse recurso a partir do Organizze Mais, a versão paga do serviço.
O mesmo vale para quem quer ativar subcategorias de movimentações (o campo saúde poderia discriminar se foi gasto com plano de saúde ou farmácia) ou visualizar gráficos mais completos, com a evolução das contas bancárias ao longo do mês.
O Organizze Mais custa R$ 9,90 por mês, um investimento muito bem-vindo se você vive se perdendo em meio a muitas contas, não sabe o dia exato de pagar o cartão de crédito ou quer se programar para economizar determinado valor mensal para, mais tarde, solicitar umfinanciamento de imóvel junto à Caixa Econômica.
Ficou interessado, mas não sabe se vale à pena assinar esse pacote pago? Todos os usuários do Organizze têm direito a 7 dias de teste do Organizze Mais, para degustar e ver se vale mesmo à pena ou se este humilde editor está mentindo. :P

Ganhe assinaturas do Organizze Mais

Os comentários desse artigo estão abertos para quem quiser participar da discussão, como você está careca de saber. Responda qual é a sua dica para manter as contas em dia para concorrer a três assinaturas do Organizze. As três melhores frases levarão as assinaturas (1º lugar = 12 meses; 2º lugar = 6 meses; 3º lugar = 3 meses).
O resultado sai na terça-feira, 22 de fevereiro, a partir das 17h.

Tecnologia por trás do serviço

Como eu sei que tem muito programador que lê o Tecnoblog, fiz questão de perguntar aos criadores do Organizze qual é a tecnologia faz o serviço funcionar. “A linguagem de programação principal do Organizze no server-side é o Ruby. O Organizze é hospedado naHeroku, uma empresa de hosting focada em aplicações web Ruby. No client-side programamos muito JavaScript, além de HTML e CSS. Para unir tudo isso utilizamos um framework para aplicações web, o Ruby-on-Rails.”, afirma Tiago Vicente.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Dia mundial do rock



Dia mundial do rock é uma data em comemoração ao rock, celebrada anualmente em 13 de julho.
Em 13 de julho de 1985Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome naEtiópia e contou com a presença de artistas como The WhoStatus QuoLed ZeppelinDire StraitsMadonnaQueenJoan BaezDavid BowieBB KingMick JaggerStingScorpions,U2Paul McCartneyPhil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.[1]
Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.




Converter PowerPoint para vídeo

Convertendo suas apresentações (ppt, pptx, pps, ppsx) para diversos formatos como avi, mpg, wmv, bmp, gif, mp3 e outros com o E.M. Free PowerPoint Video Converter.
Apesar de não ter suporte para o português, os comandos são extremamente simples e intuitivos.

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Eu recomendo o modo (Mode) interactive se a apresentação tiver intervalos diferentes. No modo auto os slides passarão todos com a mesma velocidade/intervalo de tempo.
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Marque Add audio file e selecione a mesma trilha sonora que usou na sua apresentação, o modo Record audio captura os ruídos do microfone.
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Embora a versão gratuita apresente muitas limitações, é uma boa ferramenta para quem precisa levar suas apresentações a qualquer lugar sem a preocupação de ter ou não um programa compatível instalado no computador, facilita também o uso em escolas que não disponham de projetor multimídia. ;) by @thalesbalbo for @HeelenM 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Tudo sobre o Ubuntu 11.04

Finalmente! Depois de muita especulação, mudanças drásticas, brigas com a comunidade e até mesmo a dúvida do gerenciador de janelas padrão, o Ubuntu 11.04 já está disponível para download, trazendo várias novidades e diversas mudanças na interface. Então, enquanto o download não termina, que tal pegar um copo de café e acompanhar com a gente as principais novidades na mais nova versão do Ubuntu?
Por padrão, você tem quatro desktops virtuais para organizar suas janelas | Clique para ampliar
Antes de mais nada: sim, o tão comentado Unity é o gerenciador de janelas padrão do Ubuntu. O GNOME ainda está lá, mas escondido em uma nova interface. Aliás, se o seu computador por algum motivo não suportar o Unity, o sistema automaticamente entra no GNOME. Isso pode acontecer se a sua placa de vídeo não suportar 3D, ou se os drivers para a placa não estiverem instalados (ou configurados do jeito certo).
Dica: se a placa do seu computador é uma NVidia, não esqueça de instalar os drivers.
Uma vez que o Unity esteja funcionando em toda sua glória, é hora de tentarmos entender o que está acontecendo. Se você já usa o Unity, não deve sofrer muito com o novo gerenciador de janelas. Caso você tenha se acostumado com o GNOME, vamos ao que importa:
  • A barra do rodapé sumiu. No Unity ela simplesmente não é mais necessária.
  • A barra superior sofreu uma mutação: agora ela também mostra os menus do programa que estiver em destaque, de uma forma similar ao Mac OS.
  • Há um lançador de aplicativos no canto esquerdo da tela. Você pode adicionar seus programas preferidos ali, para rápido acesso. A barra fica oculta quando você maximiza uma janela ou arrasta uma janela para o canto esquerdo, mas ela volta a aparecer automaticamente quando a área estiver “desocupada”.
No final, o que temos? Uma área de trabalho mais limpa, com o mínimo de elementos, o que permite usar ao máximo o espaço disponível. Usando corretamente, a única área que fica ocupada é a barra no topo, que não deve cobrir nem 5% da maioria dos monitores. Usuários de netbooks devem ficar muito agradecidos com essa mudança. Por outro lado, como não há mais uma barra com os programas abertos, quem gosta de manter as janelas maximizadas e alternar pela barra (como é o meu caso) vai sofrer um pouco para se acostumar.
Obviamente, você não é obrigado a ficar com o Unity como padrão. O GNOME padrão ainda está disponível, e também dá para instalar outros gerenciadores de janela. No meu uso pessoal, a combinação de dois monitores e uma placa NVidia não deu muito certo. Pode apenas ser um caso específico, mas o meu exemplo mostra que o Unity ainda precisa de alguns cuidados.
Sobre o lançador de aplicativos: sabendo usá-lo corretamente, você vai amá-lo. Digamos que a barra esteja oculta, mas algum programa exige a atenção do usuário — um novo e-mail ou o fim de um download, por exemplo —… O ícone desse programa aparece no canto esquerdo e dá uma balançada para chamar sua atenção. Além disso, alguns programas podem mostrar pequenas notificações junto ao ícone, de uma forma similar às notificações do iOS (por exemplo, o Evolution mostra quanto e-mails novos estão na caixa de entrada).
E como fazer para abrir mais de uma janela do mesmo programa? Simples, clique com o botão do meio do mouse. Se você estiver em um notebook, clique no touchpad com os dois dedos ou aperte os dois botões ao mesmo tempo. Para ver todas as janelas abertas, clique no ícone do aplicativo e ele vai mostrar miniaturas das janelas. E você ainda pode chamar os aplicativos pelo teclado. Aperte a tecla Super (aquela que normalmente vem com o logo do Windows) e o lançador vai ficar com os aplicativos “numerados”; em seguida, pressione a tecla correspondente e o programa é aberto. Simples e rápido.
Além disso, o lançador ainda tem alguns botões extras com funções diversas: lixeira, busca, atalhos para pendrives e discos externos, e também um botão para exibir as áreas de trabalho virtuais. E, se você estiver navegando pelos seus arquivos e quiser abrir um arquivo específico, arraste-o para a barra: apenas os programas capazes de abri-lo ficarãohabilitados.
Existem diversas outras novidades no ambiente visual que podem ser exploradas para tornar a navegação mais rica, mas trataremos delas em outros artigos.
Alternando entre janelas. Infelizmente, até onde vi não é possível selecionar abas no caso do Chrome ou Firefox. | Clique para ampliar
Sobre a instalação do sistema. Se você já tem o Ubuntu 10.10 no computador, o instalador vai perguntar se você prefere atualizá-lo ou fazer uma instalação limpa. A escolha é sua, mas se você instalou muitos programas alternativos ou fez alterações pesadas na instalação, pode valer a pena fazer uma instalação do zero. Aliás, fica a dica: sempre mantenha o diretório /home em uma partição separada, assim você pode fazer quantas instalações quiser sem perder seus arquivos e configurações pessoais. :)
Com relação aos programas, além do Firefox 4, temos também o Banshee, novo player de música padrão e que substitui muito bem o Rhythmbox. Além disso, o LibreOffice é a nova suíte de documentos padrão, substituindo o OpenOffice. Outros aplicativos também foram atualizados e receberam cuidado especial, como o Empathy programa de mensagens instantâneas que suporta diversos protocolos (MSN, GTalk e outros).
A Central de Programas do Ubuntu também recebeu uma boa atualização, e agora é possível avaliar os programas disponíveis, além de deixar comentários. Ou seja, com o tempo será possível saber quais são os programas mais recomendados pela comunidade, e isso ainda poderá ser útil para os desenvolvedores, que agora terão um feedback direto dos usuários. Uma outra sacada é que você tem a opção de adicionar o aplicativo ao lançador logo durante a instalação, sem precisar arrastá-lo para lá.
Ubuntu One, seus arquivos na nuvem | Clique para ampliar
Usuários do Ubuntu One — serviço de armazenamento nas nuvens da Canonical — também foram agraciados com boas mudanças: o painel está mais simples, as opções estão centralizadas, e além de sincronizar contatos de email e do celular, agora você pode sincronizar contatos da sua conta no Facebook. Interessante, não?
Há muito mais que poderíamos falar sobre o Ubuntu 11.04, e com certeza traremos outras notícias e tutoriais nos próximos dias. Se você já tem o Ubuntu instalado, simplesmente atualize-o pelo Synaptic. Caso contrário, faça o download no site do Ubuntu. Mesmo que você nunca tenha testado o Linux, vale a pena dar uma olhada. :)