quarta-feira, 13 de abril de 2011

Como criar um feed para seu blog


Nível: Básico
Material/Aplicativos necessários: Conta no Google e um blog cadastrado no Blogger
Número de passos: 3
Você, internauta atento, certamente já ouviu falar em "feeds de notícia". Eles são usados para acompanhar os novos posts de um blog ou site sem que você seja obrigado a acessá-lo; ou seja, blogueiros que não têm um feed para seus visitantes assinarem estão perdendo uma grande chance de ter uma quantidade maior de acessos ao seu conteúdo.
Uma forma de colocar um feed no blog é indo na página "Design" do seu Blogger e inserir o gadget "Links de inscrição". Já resolveria o seu problema. Porém, optando pelo serviço ofertado no site "Feed Burner", você tem como escolher um endereço fixo para o seu feed - e nem é tão mais complicado assim. Veja só:
Passo 1. A primeira coisa a fazer é ir ao site Feed Burner e logar com sua conta do Google;
Passo 2. Na tela seguinte, você vai ler a frase: "Burn a feed right this instant. Type your blog or feed address here". Digite o link do seu blog e clique em "Next";
Passo 3. Agora você escolhe em "Feed Address" o melhor link para seu feed. Clique no "Activate Feed" e depois, se não souber inglês, vai apenas clicando em "Next" até acabar;
Pronto. Seu Feed de notícias RSS está feito! Basta colocar o link (http://feeds.feedburner.com/linkquevcescolheu) no seu blog para as pessoas assinem e vejam o conteúdo no seu feed reader predileto.
Na tela inicial do FeedBurner, você tem acesso a várias informações, dentre elas, a quantidade de pessoas que assinaram seu feed  (Foto: Reprodução/Fabricio Janssen)Na tela inicial do FeedBurner, você tem acesso a várias informações, dentre elas, a quantidade de pessoas 

No setor de TI, certificação vale mais que faculdade

Para conseguir um emprego no setor de TI, ter uma certificação vale mais que o diploma de graduação e é fator decisivo na hora das empresas escolherem os seus novos funcionários.
Isso acontece porque as empresas são avaliadas por padrões internacionais que exigem que elas tenham funcionários com certificações nas suas folhas de pagamento. Não pense que faculdade não conta no seu currículo, longe disso! Estudar, se relacionar  e ter novas experiências nunca é demais em qualquer carreira.
Mas cuidado, a certificação garante o emprego mas não a evolução na carreira, portanto, estar sempre atualizado com as tendências mundiais é uma questão de sobrevivência neste setor. Se você pretende seguir uma carreira de TI, prepare-se para estudar o resto da vida (neste caso, praticamente qualquer carreira que seguir, terá que estudar para se manter bem colocado).
O setor de TI no brasil está muito aquecido, vivendo o seu melhor momento nos últimos tempos, mas a falta de profissionais especializados é um fator preocupante para as empresas e isso faz com que os salários fiquem bem atrativos.
Além da escassa mão de obra qualificada, as exigências de conhecimentos muito específicos dos profissionais também garantem bons salários e até mesmo acima da média para o setor.
Só não se ache a última bolacha do pacote pedindo salários exorbitantes. Tenha em mente que uma carreira não é feita somente de salário!
FONTE: PROFISSIONAIS TI

Vantagens do JQuery

Atualmente quem trabalha com web se vê cada vez mais necessitado de utilizar e aprender novas ferramentas.
Muitas podem ser consideradas supérfulas, porém, algumas são essenciais pra quem deseja fazer um bom trabalho e uma delas é a jQuery.
jQuery pode parecer complicada e até ser muito código para aprender à primeira vista, mas como o próprio slogam diz: “write less, do more”.
Vou apresentar agora 5 motivos para você aprender jQuery e finalmente ajudar a tornar a web um  lugar melhor: 
1 – Produza mais – jQuery te permite fazer coisas que normalmente se digitaria muito pra fazer usando javascript comum. Com o objeto jQuery ($) podemos selecionar muitos objetos da página ao mesmo tempo e tratá-los de acordo com nossa vontade. Veja alguns exemplos:
Ao levar o mouse no link com id “palavra”, tornar visível a div com id “dica”:
objlink = document.getElementById("palavra");
objlink.onMouseOver = function(){
document.getElementById('dica').style.visibility = 'visible';
}
 
O mesmo código em jQuery:
$('a#palavra').mouseover(function(){
$('div#dica').show();
});
2 – Efeitos especiais – A biblioteca jQuery já vem com muitos efeitos prontos, além dos que você já pode utilizar, tais como o método animate(), show(), hide(), fadeIn() e fadeOut(). Utilize esses métodos pra dar um ar mais profissional ao seu site.
3 – Modularização – jQuery oferece um grande suporte à modularização, graças à possibilidade de criar plugins. Com isso podemos facilmente aproveitar nossos códigos mais utilizados, como também utilizar centenas de plugins prontos disponíveis na net, o que nos poupa um grande tempo.
4 – Validações de formulários – Quem trabalha com web sabe que não existe coisa mais chata que validar grandes formulários. Imagine dizer para o usuário que cada um dos 60 campos do formulário é obrigatório, que alguns precisam validar email e outros precisam validar se o formato é um telefone válido. Isso parece ser uma grande dor de cabeça, mas graças à alguns plugins do jQuery, tudo isso pode ser resolvido com algo em torno de 5 ou 6 linhas de código.
5 – Trabalhe com ajax – jQuery oferece um grande suporte para trabalhar com ajax. Podemos utilizar as funções post() e ajax() para realizar solicitações assíncronas, tudo isso com suporte à callback, ou seja, suporta a chamada de uma função assim que tal evento ocorrer. Exemplo: ao término da solicitação, chamar um alert();

terça-feira, 12 de abril de 2011

Gerencia de Progetos

Todas as empresas, mesmo as pequenas, usam alguma ferramenta para gerenciar a produção e os prazos dos seus projetos. Nem que seja tudo organizado em uma pasta cheia de planilhas do Excel, atualizadas diariamente, até um super gerenciador de tarefas extremamente caro, que só falta realizar o seu trabalho para você. Alguns utilizam softwares apropriados para seu trabalho, e dali extraem relatórios de produção. Algumas empresas, de todo o tipo (mas principalmente de Tecnologia da Informação), preferem usar gerenciadores de projeto. Uma ferramenta muito eficaz se usada com sabedoria.
Alguns desses gerenciadores são voltados para calcular o trabalho dispensado em cada projeto, outros para relacionar custos e horas trabalhadas, outros para controlar a demanda de trabalho, outros dividem os projetos em pequenas tarefas, etc. Esses sistemas são largamente usados na área de Tecnologia da Informação, mas também são muito úteis para órgãos públicos de todo o tipo e empresas que trabalham exclusivamente com prazos, não importando a área.
É impossível falar em gerenciadores de projeto sem falar de métodos de administração de projetos. Temos muitos métodos documentados que mostram como direcionar a equipe e qual linha de acompanhamento seguir (PMBOK, Cobit, Scrum, etc), e o software de gerenciamento podem ser adaptáveis ou não ao método adotado pela empresa. Então, é indispensável definir o melhor jeito de tornar as coisas ágeis e simples para seus funcionários e colegas. Depois de definido o método usado, é hora de gastar no mínimo um mês avaliando os gerenciadores disponíveis no mercado.
Existem muitas opções open source, mas nem sempre eles são as opções mais indicadas – o que parece ser uma economia agora, pode se tornar uma dor de cabeça de atrasos e acúmulo de backlog. Sou entusiasta das soluções free, mas infelizmente a área dos gerenciadores de projetos não é prioridade da comunidade do software livre. Analise as opções do mercado e utilize-as na fase de teste; mas utilize mesmo, teste o sistema a fundo. Eu sei que dá um pouco de trabalho, e faz-nos gastar um tempo que não temos, mas vale à pena testar. E é muito melhor se você pedir para os colegas testarem junto, pois esses sistemas são feitos para a equipe se comunicar e se atualizar junta, então é sempre bom levar o software à exaustão de acessos simultâneos, e explorar ao máximo os recursos de comunicação entre os usuários, para ver se funcionam mesmo.
Nessa fase de avaliação, ressalto alguns itens importantíssimos para serem observados:
  • Usabilidade: é fácil entender o funcionamento do sistema? É possível sair usando-o de primeira? Ele é óbvio? O fluxo de trabalho é facilmente entendido só ao tentar usar o software?
  • Hierarquia: o modo de permissão de acesso a usuários ao sistema é adaptável? Corresponde ao modo de trabalhar do grupo? Garante segurança das informações?
  • Informação: o software que você está testando consegue manter a equipe bem informada de tudo o que está acontecendo? Ele permite que todos os usuários se situem na exata fase do projeto em que estão? Todos conseguem ficar atualizados sobre o projeto sem acessarem-no, só com e-mails enviados automaticamente pelo software?
  • Stakeholders: os clientes podem acompanhar os projetos periodicamente através do sistema?
  • Controle de riscos: é possível prever os riscos do projeto? Há uma interface de alerta a respeito de alguma indeterminação de retorno financeiro nos cálculos sobre o investimento do projeto?
  • Calendário: é possível criar um cronograma agendado de trabalho que opere com mudanças freqüentes de prazos? Esse recurso possibilita a visualização de atrasos e adiantamentos em algum relatório?

Na minha opinião estritamente pessoal, prefiro os gerenciadores que operam direto no navegador dos usuários, como se fosse um site ou uma intranet que permitisse a administração dos projetos. Também é muito importante, a nível bem gerencial, o uso de gráficos que mostre o valor-hora relacionado aos recursos usados nos projetos, desde os funcionários envolvidos até as aquisições materiais e terceirização de serviços. Existem alguns gerenciadores que agregam as habilidades administradoras dos gerentes: controlam as horas trabalhadas dos colaboradores, independente de estarem em um projeto ou não, agendam as atividades das equipes, facilitam a montagem de um workflow, agregam o registro de demanda de serviço – e não só de projetos -, e permitem vários tipos de consulta.
Os gerenciadores são grandes facilitadores se usados com sabedoria, torno a dizer.
Depois de escolhido o melhor software, é hora de implementá-lo e aderir o seu uso à cultura da empresa. Essa é a parte mais espinhosa, principalmente porque os gerentes e funcionários normalmente não estão habituados a descrever suas atividades diárias, e nem a ler com atenção o que lhes é proposto, bem como aprender a usar uma nova ferramenta – o que torna o uso do gerenciador muito difícil nas primeiras semanas. Uma grande campanha de conscientização é necessária neste momento. Um e-mail de explicação ou até uma palestra, ou um curso de capacitação, são imprescindíveis nessa hora delicada. Por isso é importante lembrar que durante uma fase confusa ou de excesso de trabalho, a implantação de um gerenciador só atrapalharia o trabalho. Esse tipo de solução deve ser integrada na rotina das pessoas de modo suave, para que o esgotamento diário não sirva de argumento contra o uso do software, ou pior ainda; para que não torne o gerenciador o grande vilão da gestão.
Em suma, a equipe que trabalha bem com o gerenciador de projetos só agrega benefícios a si: organização, agendamento, controle de gastos, comunicação, e gerenciamento otimizado. O gestor também se dará conta das maravilhas que um simples programa de computador pode fazer para facilitar sua vida. A boa visualização do que está acontecendo dentro da corporação, ou do setor, é um recurso excelente para administrar bem uma equipe.
Abaixo seguem links de softwares gerenciadores de projetos que eu recomendo – mas não atenha-se somente a estes, procure mais.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Desenvolvendo um sistema de mailing com o Google Docs


A proposta é coletar informações de contatos em um formulário, organizá-las em uma planilha e enviar e-mails com base nessas informações, integrando o Google Docs com o Gmail.
Veja o fluxo abaixo:
Portanto, é importante que sua conta do Google também tenha habilitação para o Gmail, além do Docs.

Criando o formulário de coleta de dados

Vamos criar um formulário que fará a coleta dos dados os usuários. Um formulário do Google Docs coleta dados e os adiciona em uma planilha. 
Neste exemplo serão coletados o nome e o e-mail do usuário.
No Google Docs, clique em Criar novo > Formulário.
Na tela do formulário, preencha o Título e o Texto informativo.
Edite as perguntas. Um formulário do Google Docs, por padrão, vem com duas perguntas, neste caso basta editá-las clicando no ícone de edição (um lápis). Clique em concluído pra finalizar.
No primeiro campo, sugira a inserção do nome e, no segundo, o preenchimento do e-mail.
Se quiser, marque a caixa "tornar esta pergunta obrigatória" para validar a entrada do campo.
Nota: Você pode inserir o formulário em um website clicando em Mais Ações > Incorporar, e também alterar o tema de visualização clicando no botão tema. Para utilizar o formulário, utilize o endereço gerado no rodapé.
Clique em Ver Respostas > Planilha. A planilha de coleta das informações está pronta para receber os dados.

Modificando a planilha para enviar e-mails

Agora é necessário fazer algumas modificações na planilha para que ela possa enviar e-mail aos usuários cadastrados.
Neste exemplo, vou utilizar um modelo de texto que será personalizado com o nome do usuário. Assim, fica fácil editar um novo texto e enviar a todos os contatos sem necessidade de alteração do script.

Defina a célula D1 como "Texto da mensagem" e a E1 como "Total de usuários". Agora é necessário saber quantos usuários estão cadastrados. Para isso, utilizaremos a função CountA, que conta a quantidade de células com valores em um intervalo definido.
Na célula F1, defina o valor da fórmula para =CountA(B2:B1000), assim ele contará os usuários da linha 2 até a 1000.
Para isolar o modelo do texto da mensagem, é interessante condicioná-lo em uma nova planilha.
Clique em Adicionar Página. Clique na na nova planilha (Página2) e selecione Renomear, defina o nome para Modelo.
Na planilha Modelo, defina as células conforme a figura abaixo:
Perceba que na célula B2 utilizei o texto da seguinte maneira: Olá $nome...
O $nome é um coringa, para que o texto possa ser personalizado com o nome do usuário. Para isso, será utilizada a função Substitute.
Na planilha Página1, célula D2, insira a fórmula =SUBSTITUTE(Modelo!$B$2;"$nome";B2;0). Essa fórmula fará a troca do texto coringa $nome pelo nome do usuário cadastrado na planilha.
Replique a fórmula até o fim de sua lista de usuários.

Criando o script para enviar e-mails

A última parte de nosso estudo, enviar os e-mails para os contatos.
O Google Docs trabalha com scripts (baseados em linguagem java) que manipulam classes, otimizando os recursos. Neste exemplo vamos utilizar a classe MailApp para enviar os e-mails linha a linha.
Clique no menu Ferramentas > Scripts > Editor de Scripts.
No editor, insira o script abaixo:

// Envio de e-mail
function EnviarEmail() {

// Variáveis
var vplan = SpreadsheetApp.getActiveSheet();
var vtotal = vplan.getRange("f1").getValue();
var vparamail = "";
var vmsgmail = "";
var vassunto = "Teste de envio";

//Varre a lista de e-mails
  for (var i = 2; i < (vtotal+2); ++i){

    //Recupera os valores
    vparamail = vplan.getRange(i, 3).getValue();
    vmsgmail = vplan.getRange(i, 4).getValue();
    vplan.getRange(i,5).setValue("E-mail enviado");

    // Envia o e-mail  
    MailApp.sendEmail(vparamail, vassunto, vmsgmail);

    }
}?
Salve seu script como o nome EnviarEmail. 
Nota: se preferir, coloque uma descrição.
Neste momento, o script já pode ser executado da janela do editor, mas é interessante acessar o mesmo pela forma que será mais utilizada.
A seguir, feche a janela do Editor de Script.
Clique em Ferramentas > Script > Gerenciar... e selecione o script EnviarEmai. Clique em Run.
Nota: na primeira execução, será necessário autorizar o Gmail a enviar as mensagens, portanto, na tela abaixo clique em Authorize
Durante a execução, será exibido na coluna E o texto "E-mail Enviado", confirmando o envio.
Através desses procedimentos, podemos atribuir mais uma nova função ao Google Docs, receptor de dados e envio de e-mails.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Format C: que nada! Zero Fill arranca até a alma do seu HD

Imagine que você é um criminoso procurado pela Polícia Federal e tem arquivos no seu computador que podem lhe incriminar. O que é que você faz? Dá um shift + del ou um format c: no seu HD?  Não importa de que modo você vai apagar seus dados, eles sempre poderão ser recuperados. Aliás… existe um método de "deleção" ou "deletação" (sei lá) de arquivos que verdadeiramente apaga seus dados e impossibilita qualquer tipo de recuperação: ele é o Zero Fill. Utilizando este método você tem a certeza de que nenhuma pessoa conseguirá recuperar seus arquivos mesmo após uma formatação. Saiba o que é, pra que serve e como funciona esse método que garante 100% de eficácia na hora de mandar seus arquivos para o inferno.
1 – O que é? 
O Zero Fill é uma técnica de software que possibilita a remoção total de todos os dados contidos em um determinado disco rígido. Como dito no título desse post, ele é mais eficiente que a formatação convencional, pois esta ainda deixa a maioria dos nossos dados no disco após um certo tempo.
2 – Por que ele é mais eficiente que a formatação convencional?
Para responder esta pergunta necessitamos que você entenda o que acontece durante a formatação convencional. Ao utilizar o comando “format c:”, por exemplo, o utilitário de formatação vai apagar apenas uma parte especifica do disco rígido, ao invés de apagar todo o disco. Cada setor do nosso HD é composto por 3 partes menores, que são: Preâmbulo, o dado, e o ECC.
Preâmbulo: responsável por indexar o dado, ele é quem diz que o dado está realmente ali naquele setor.
Dado: dispensa explicações, não é?
ECC: parte responsável pela detecção e correção de erros.
Então… O que acontece é que a formatação convencional apaga apenas os preâmbulos, fazendo o Sistema Operacional considerar que não existem dados nos setores. O problema é que os dados propriamente ditos ainda se encontram no disco, o que lhe dá uma brecha para recuperar todos os dados. Basta apenas reconstruir os preâmbulos!
O Zero Fill trabalha de maneira diferente, pois ele consiste em gravar 0’s em todos os locais possíveis do HD, o que faz com que todos os dados sejam praticamente exterminados!
3 – Quando utilizar o Zero Fill no lugar da formatação comum?
• Excluir um vírus que não pode ser excluído sem destruir o setor de inicialização.
• Excluir informações confidenciais (senhas, fotos, etc.) por motivos de privacidade.
• Verificar e marcar a existência de setores defeituosos.
4 – Então o Zero Fill é uma formatação física do HD?
Não, isso não existe. A formatação física só é feita apenas uma única vez, que é quando ele sai da fábrica. Porém, vale ressaltar que o Zero Fill deixa o seu HD praticamente igual a um HD novo, pois ele ainda te faz o favor de “excluir” os tão aclamados “bad blocks”. Devido a este fato algumas pessoas falam, erroneamente, que o Zero Fill é o mesmo que uma formatação física.
5 – Ele pode estragar o meu HD de alguma forma?
Não. Lembre que o disco foi feito para ler e gravar dados, e o Zero Fill não faz nada além de gravar “zeros” em todos os locais do HD.
6 – Por que meu fabricante recomenda que eu não o faça frequentemente?
Perceba que o processo como um todo estressa bastante o seu disco. Um HD de 2TB, por exemplo, pode levar muitas horas (mais de 12) de trabalho constante. Como ele é feito por componentes mecânicos, pode ocasionar um desgaste excessivo dessas partes.
7 – Posso fazer o processo em apenas uma partição ao invés de todo o disco?
Não, só é possível fazer em todo o HD. É tudo ou nada, literalmente.
8 – Mas afinal, onde eu baixo o software pra fazer isso?
Isso vai variar de fabricante para fabricante. É altamente recomendável que você use apenas os utilitários da fabricante do seu HD. Usar a ferramenta da Samsung em um Seagate pode lhe dar dores de cabeça. Então você deverá ir até o site do fabricante do seu disco e procurar pelo utilitário correto.
Bom, é isso. Creio que tenha dado pra explicar bem o que é e como funciona o Zero Fill. Se tiverem alguma dúvida, deixe nos comentários! Abraços.
Fonte: io tecnologia